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Afeganistão: a volta do inferno na vida dos afegãos


O mundo todo chocado com as cenas de desespero dos afegãos que tentam a todo custo escapar da invasão dos extremistas talibãs após a retirada das tropas norte-americanas do Afeganistão. Como se sabe os Estados Unidos mantiveram durante 20 anos suas tropas naquele país evitando assim o retorno dos fundamentalistas. Mas diante da pressão de familiares e da sociedade americana, o presidente Joe Biden achou que seria a hora de retirar seu efetivo das terras afegãs. Só que não contava com o que aconteceu no último fim de semana. Foram cenas de horror que deixaram a comunidade internacional intrigada com os rumos a partir de agora. Afinal, o que vai acontecer com os afegãos que não conseguiram fugir? É muito triste o que o mundo está vivenciando neste momento dramático.


As cenas da multidão invadindo o aeroporto de Cabul deixaram lideranças democráticas de todo o mundo estarrecidas. Um vídeo postado nas redes sociais mostrava cidadãos afegãos caindo de aviões americanos após a decolagem. O desespero era tão grande que a única esperança que eles tinham era de se agarrar nas partes externas das naves na tentativa de fugir do inferno que suas vidas poderão se transformar com a volta dos terroristas ao poder. Até o fechamento desta coluna as últimas informações davam conta de que sete pessoas haviam morrido no tumulto generalizado em plena pista de voo do aeroporto de Cabul.


Aposentados e pensionistas do INSS foram lesados


Um levantamento inédito do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) com base em dados fornecidos pelo Banco Central revela que durante a pandemia houve uma explosão de reclamações por parte de aposentados e pensionistas do INSS que foram vítimas da utilização indevida de suas informações para contratação de empréstimos consignados. Trata-se de um abuso dessas empresas sobre os idosos. De acordo com o levantamento fornecido pelo Banco Central o aumento dessas irregularidades foi de 56% no quesito de “oferta ou informação de forma inadequada”.


Polêmica: Palácio Capanema à venda


Muita polêmica envolvendo a venda do Palácio Capanema. Uma nota divulgada pela Associação de Servidores da Funarte (Asserte), datada de 13 de agosto no jornal Valor Econômico alerta, sob o título “União faz “feirão” de imóveis com símbolos do Rio” para a inclusão do tradicional palácio, símbolo do modernismo no Brasil, na lista da Proposta de Aquisição de Imóveis (PAI) que deverá ser proposta pelos ministros Paulo Guedes (Economia) e Onyx Lorenzoni (Trabalho e Previdência) no dia 27 de agosto, em feirão para incorporadoras e investidores do mercado imobiliário. Na visão do governo o novo proprietário teria melhores condições de manter aquele espaço que é um dos símbolos da cultura no Rio.


Asserte: desmonte da cultura carioca


Para a Associação dos Servidores da Funarte a venda representa um desmonte da cultura assim como a desvalorização do patrimônio público promovido pelo governo. O Palácio Capanema está na fase final de restauração pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Foi projetado por renomados arquitetos como Lúcio Costa, Oscar Niemeyer e Afonso Eduardo Reidy e teve consultoria de nada menos nada mais do que Le Corbusier, um dos pais do modernismo. E mais: jardins de Burle Max, azulejos de Cândido Portinari.


Alerj: movimento para impedir a venda


Na Alerj deputados se mobilizam para recolher assinaturas visando a aprovação de uma moção de repúdio. Os parlamentares encabeçados pelo deputado Eliomar Coelho pretendem ainda propor uma representação junto ao Ministério Público para tentar impedir o leilão. A semana promete.



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