China aconselha aeromoças a usarem fraldas para reduzir risco de contágio

Além das máscaras, das luvas, dos óculos e da roupa de proteção, as diretrizes do regulador aconselham tripulantes do avião a usar fraldas nos voos para destinos de risco, de forma a evitar o uso do banheiro


As assistentes de bordo na China estão a ser aconselhados a usar fraldas nos voos provenientes de destinos de alto risco de covid-19, de forma a evitarem o uso das casas de banho e assim reduzirem o risco de contágio.


O uso de fraldas faz parte das diretrizes do regulador do setor na China, aprovadas no final do mês passado, que além disso defendem o uso de máscaras, de luvas, de óculos de proteção e de roupas apropriadas, além de protetores para os sapatos.


"É recomendável que a tripulação use fraldas descartáveis e evitem usar os banheiros exceto em circunstâncias especiais para evitar o risco de infeção".


Em relação aos pilotos, devem usar também toda a proteção, mas não as fraldas.



Em questão estão voos com destino à China que partem de países onde a taxa de infeção é superior a 500 por cem mil habitantes.


Segundo a CNN, o banheiro de um avião foi o possível local de contágio no caso de uma mulher que viajou em agosto de Itália para a Coreia do Sul. O banheiro foi o único local onde não usou a máscara de proteção N95.


A Boeing já apresentou uma patente para um banheiro que se limpa sozinha, usando luzes ultravioletas para limpar 99,9% dos germes depois de cada uso.

 
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