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Cristina Fürst lança livro: “A Onipotência Festiva do Nada”


Para aqueles que são amantes das palavras e da leveza de uma leitura que reúne os mais diferentes estilos de escrita, o Barão recomenda: não deixem de comprar o livro que a escritora Cristina Fürst acaba de lançar, intitulado “A Onipotência Festiva do Nada”. E olha que legal: o livro sai publicado pela Editora Ibis Libris através do novo selo da editora MAAT, criado especialmente para publicações de literatura feminina. A obra reúne uma série de escritos que foram publicados pelo seu blog “Para minha essência não abandonar o meu ser”, lançado em 2017. O prefácio coube ao poeta e jornalista Christovam de Chevalier, que em determinado trecho assim se expressa ao falar sobre a autora:

- “O leitor do livro terá agora a oportunidade de conhecer a quem o outro leitor, o do blog, já fora apresentado: uma autora que não se faz de rogada e que, por isso, escancara e lambe as feridas – sejam elas pessoais ou sociais” – diz o poeta em seu prefácio.


A imagem da capa é de Fabio Giorgi e a orelha do livro coube a astróloga Cláudia Lisboa. Interessados em adquirir este livro é só acessar: https://ibislibris.loja2.com.br/9844522-A-onipotencia-festiva-do-nada




Covid-19 e uma luz no fim do túnel


Deixando o mundo literário e mergulhando nos números da pandemia em nosso país, é com muito pesar que estimamos que o Brasil deve alcançar a faixa dos 600 mil óbitos decorrentes da Covid-19 até o final de julho. Mas essa triste estimativa também tem um lado que merece atenção. Segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa, divulgados pelo G1, a média móvel de mortes nesta semana chegou a 1.170, sendo o menor registro desde 26 de fevereiro, sinalizando para uma queda.


Regresso às aulas presenciais


E os estudantes ficaram ausentes das salas de aulas durante quase toda a pandemia. Agora o governo conclama todos a voltarem às suas escolas. Um levantamento revela que 8 em cada dez escolas municipais do país ainda não retomaram as aulas. Isso é comprometedor, dizem especialistas em educação.




O bicho tá pegando lá por Maricá


A coisa tá feia lá em Maricá, a meca do Partido dos Trabalhadores, administrada pelo prefeito Fabiano Horta. A secretária de Saúde Simone Costa pediu demissão essa semana, após sofrer muitas pressões diante das suspeitas envolvendo falta de transparência sobre o número de vacinados e contratos com superfaturamento na compra dos respiradores e insumos para o tratamento da Covid-19. E ainda teve outro bombardeio, desta vez sobre as suspeitas que recaem sobre a escolha de uma Organização Social baiana que foi classificada para administrar o hospital Che Guevara. O bicho tá pegando por lá.


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