DÉBORAH SECCO: ‘EU NÃO SOU UMA MÁQUINA DE SEXO!’

Atriz fala sobre o assunto sem preconceito


Deborah Secco participou do programa Além da Conta – Novo (A) Normal com Ingrid Guimarães, de quarta-feira (2), no canal GNT. O tema desse episódio era Sexo no meio da pandemia e foi tratado sem pudor ou segredo pela atriz.No começo, Ingrid foi logo elogiando a beleza de sua convidada:“Não me arrumo a meses. O cabelo voltou. No meio da quarentena o aplique despencou da minha cabeça e meu marido tirou com uma tesourinha e agora voltou, graças à Deus”, exibindo sua nova cabeleira. Deborah fez uma postagem em sua conta do Instagram mostrando como terminou esse momento cabeleireiro do marido Hugo Moura.


Casal fogoso



Repodução Instagram

A apresentadora quis saber sobre a polêmica que envolveu Déborah, quando falou, em uma entrevista, que ela e o marido faziam sexo 10 vezes ao dia no início do relacionamento:“Na verdade, eu nunca fiquei contando se foram 10, se foram 8, se foram 6, não contei. O que quis dizer que quando a gente se conheceu só fazia sexo. Mas é uma coisa que acontece com todo mundo. Para mim seria estranho se alguém falasse: ‘No início eu não tinha desejo nenhum pelo meu marido e hoje, 6 anos depois, a gente transa todo dia’. Essa seria uma chamada polêmica”, brincou.


“Já tive relações muito desgastadas e difíceis sexualmente. (Hoje) Sou uma privilegiada mesmo. Inclusive na pandemia sinto que a gente teve uma reconexão sexual”, complementou.A atriz continuou falando sobre como sexo se tornou um assunto tão polêmico entre os brasileiros, principalmente:


“Acho muito engraçado esse tabu com sexo. Todo mundo faz sexo. Pra mim o sexo é natural, como escovar o dente, como ir ao banheiro, como almoçar e jantar, que são coisas que a gente faz normalmente”, disse.BrinquedinhosIngrid revelou a Déborah que, nessa quarentena, foram vendidos mais de 1 milhão de vibradores no Brasil.


“Que alegria ouvir isso. A gente foi criada em uma sociedade extremamente machista. A mulher entendeu que o sexo era quase que uma obrigação e não um prazer. Tento usar minha visibilidade para chegar nessas mulheres. É importante falar: ‘Você precisa se tocar, mulher!’, lembrou.“Você não precisa ser uma máquina de sexo. Eu não sou uma máquina de sexo. Talvez o filme (Bruna Surfistinha) me deu a imagem de uma mulher super sexual. Eu não sou. Eu tenho meu tempo, tenho meu jeito de fazer sexo... Os homens vinham esperando uma performance. Eu falava: ‘Não. Calma eu sou uma pessoa. Eu gosto disso. Isso eu não gosto, não quero. Isso eu fazia no filme, mas aqui na vida real, não!’, revelou.Não só um rostinho bonitoA apresentadora perguntou sobre o fato de Déborah, principalmente no começo da carreira, tinha uma imagem muito associada a papéis sensuais e se isso não acabava atrapalhando seu lado profissional como atriz:“Teve um momento na minha carreira que eu falei: ‘Não quero mais esse negócio de ser bonita. Sai prá lá. Eu quero ser boa atriz’. Aí fui buscar filmes. Eu fiz o filme Boa Sorte, que eu perdi 15 kg, que eu depilei a cabeça para ficar meio careca. Tirei sobrancelha para provar um outro lugar. Para chegar em um outro público”, explicou.


Na ponta da língua


Para finalizar o programa, Ingrid questionou a atriz se beijar na boca havia caído em desuso nos dias atais:


“Eu uso muito. O Hugo odeia. Toda vez que ele se despede de mim dá selinho. Eu não! Quero a língua. Acho que língua é a melhor invenção do corpo humano! Língua no ouvido, língua no pescoço, língua no peito.


Línguas são muito bem vindas”, brincou


Fonte: O Fuxico

 
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