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Empresa carioca de offshore abre escritório em Guyana

Georgetown, capital da Guyana Foto: My Guyana, Facebook

Quase ninguém sabe ou ouve falar da Guyana, país localizado ao norte do continente sul-americano com uma população em torno de 800 mil habitantes. Mas o fato é que aquele país, que antes era conhecido como Guiana Inglesa por ter sido colônia britânica até 1966 é hoje uma das mais novas regiões produtoras de petróleo bruto do mundo embora já venha atraindo empresas estrangeiras desde a década de 40 como a Shell, a Total e a Mobil, além da Esso, uma subsidiária da ExxonMobil que desembarcou lá em 2008. A primeira extração de petróleo bruto de grau comercial ocorreu há dois anos. A descoberta de reservas de petróleo offshore naquela região é a causa de uma disputa fronteiriça que já dura mais de um século com a sua vizinha Venezuela. A Guyana é o único país da América do Sul a falar o idioma inglês.




Costa do Sol em operação

Foi pensando nesse mercado que a Costa do Sol Táxis Aéreos fincou um escritório naquele país. A empresa, que tem sede no Rio de Janeiro, está homologada na ANAC para operações offshore, em atendimento a navios e plataformas de petróleo como também para operações onshore com transporte de cargas externas. As operações offshore ocorrem no circuito Macaé-Rio de Janeiro. Já as operações onshore e de cargas externas são realizadas a partir da cidade de Carauari, no Amazonas. Boa sorte para a Costa do Sol!


Água Petrópolis fecha fabrica após 50 anos

O Barão está triste. Esta semana ficou sabendo que a Minalba Brasil, após 50 anos de existência, encerrou suas atividades na cidade imperial de Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro. A unidade que funcionava no bairro de Mosela produzia a água mineral Petrópolis. Sabe-se que 60 funcionários foram despedidos. A assessoria da empresa afirmou em nota que sua decisão “atende a visão da empresa sobre o novo modelo de negócio, em virtude do atual contexto em que o país está inserido”. Reflexos da pandemia.


O queridinho dos políticos

O prefeito de Nova Iguaçu, Rogério Lisboa vem sendo apontado como o político do Rio de Janeiro mais procurado para compor uma chapa voltada para as eleições de 2022. Seja como vice ou candidato ao Senado. Quem informa é a coluna do Guilherme Amado, do Metrópoles. Lisboa é cotado para ser vice de candidatos de peso como Marcelo Freixo, deputado federal; Felipe Santa Cruz, presidente da OAB e candidato de Eduardo Paes, além do próprio governador Cláudio Castro.


Roubo de cabos de cobre


O roubo de cabos de cobre no Rio assumiu proporções jamais vistas. E até agora as autoridades da área de segurança não passaram para a população nem para as empresas um projeto que consiga pelo menos minimizar esse crime. Já roubaram fios até da ponte Rio-Niterói. A mais recente ação desses bandidos foi na área da SuperVia interrompendo o tráfego de trens suburbanos. Mas a empresa já tomou as primeiras providências: está contratando seguranças particulares para prender os criminosos. E os ferro-velhos hein? Eles são a ponta de um grande esquema envolvendo essas quadrilhas. Cadê os órgãos de

inteligência do Estado?


E o 7 de Setembro?


Nenhum plano para restabelecer a economia; nenhum plano em nível federal para conter a onda de violência que assola os quatro cantos do país; nada, nada. O que se viu nas comemorações da independência do Brasil foi mais um capítulo do desentendimento entre os Poderes e a convicção de que continuamos dependentes dessa classe política literalmente perdida em seus objetivos. O presidente Bolsonaro está completamente desconectado da realidade de milhões de brasileiros.


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