EUA denunciam testes biológicos da China para criar super soldados

O diretor dos serviços de espionagem escreveu um artigo no Wall Street Journal, onde diz que os chineses são a maior ameaça para os americanos. "Pequim não tem limites éticos para a busca do poder", avisou.


John Ratcliffe, diretor do serviço de informações dos Estados Unidos© Andrew Harnik / POOL / AFP

John Ratcliffe, diretor do serviço de informações dos Estados Unidos, revelou num artigo publicado no Wall Street Journal que a China tem realizado testes biológicos com o seu exército com o objetivo de desenvolver soldados com super capacidades biológicas.


"A informação é clara: Pequim pretende dominar os Estados Unidos e o resto do planeta económica, militar e tecnologicamente. A maioria das iniciativas públicas e as suas empresas mais proeminentes representam uma camada de camuflagem para as atividades do Partido Comunista Chinês", garantiu Ratcliffe, que em maio foi empossado no cargo pelo presidente Donald Trump, reforçando ainda a ideia de que a China "representa hoje a maior ameaça da América".


O texto do diretor das "secretas" americanas vai mesmo mais longe nas suas revelações. "A China realizou mesmo testes em humanos, membros do Exército de Libertação do Povo, na esperança de desenvolver soldados com grandes capacidades biológicas", frisou, garantindo que "Pequim não tem limites éticos para a busca do poder".

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Ratcliffe, que foi congressista representando o Texas durante cinco anos, revelou que "transferiu recursos" no orçamento de espionagem para se concentrar na China. Isto apesar de muitos analistas e funcionários do serviço que dirige terem estado mais focados na Rússia e nos esforços de contraterrorismo. "Hoje devemos olhar de forma clara para os factos de que dispomos, que apontam no sentido de que a China deve ser o principal foco da América no que diz respeito à segurança", sublinhou, em jeito de recado para o seu sucessor.

O mandato de Ratcliffe vai terminar dentro de seis semanas, quando Joe Biden tomar posse como novo presidente dos Estados Unidos. Biden nomeou para o cargo Avril Haines, antiga vice-diretora da CIA.

 
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