Grupo de 10 mil médicos reforçam apoio a cloroquina contra Covid-19

Em entrevista, líderes do movimento defedem que aspectos políticos não podem estar acima da vida


Um grupo científico independente, como define a oncologista Nise Yamaguchi, reúne cerca de 10 mil profissionais de todo Brasil em defesa do uso da hidroxicloroquina no tratamento contra a covid-19 já na fase inicial da doença.


“O objetivo desse nosso grupo é comparar alguns tratamentos que estão sendo espontaneamente oferecidos para a população e tentar identificar quais são os mais eficientes”, explica Nise.

Em entrevista à revista Veja, as lideranças do grupo, como o empresário e empreendedor social Carlos Wizard Martins afirmam que a missão é levar o conhecimento e a conscientização de que a covid-19 tem tratamento sim”. Ele reforça a necessidade de as pessoas e as autoridades pararem de “colocar aspectos políticos acima da vida.”



Veja o vídeo...

https://youtu.be/DEDNnhWE0rw


“O tratamento, infelizmente, se tornou ideológico e isso tem que acabar. Perdi um sobrinho de 48 anos com Covid-19. Ele chegou a procurar auxílio médico no início dos sintomas e o mandaram para casa. Pouco tempo depois a doença se agravou de forma drástica. As pessoas não podem colocar aspectos políticos acima da vida”, afirma Wizard.


O cardiologista Dante Senra, informa que um paciente na UTI possui de 30 a 40% de chances de não evoluir bem. “A ideia é de que as pessoas não cheguem nesse estágio. Quanto mais precocemente você for tratado, melhor vai ser sua evolução”, explica.


A medicação passou a ser fortemente polarizada após ser defendida pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e posteriormente pelo presidente Jair Bolsonaro, ambos afirmaram que tomaram o remédio de forma preventiva. Inúmeros estudos, porém, chegaram a ter sua execução prejudicada pela divergência de opiniões públicas.


“Não é tempo de posição vermelha, azul, amarela… é posição a favor da vida. É inadmissível nós termos uma taxa de mortalidade de 1 brasileiro por minuto apenas por guerra política. Agora a prioridade é outra”, alerta Paulo Porto de Melo, neurocirurgião.


No Brasil, cerca de 3 milhões de comprimidos fabricados pela Fundação Oswaldo Cruz e pelo Laboratório Químico e Farmacêutico do Exército foram distribuídos pelo país.


“Existe embasamento teórico e evidência mostrando que o uso da ivermectina, da cloroquina reduzem a carga viral, que é um dos fatores agravantes”, explica Dante Senra. A doutora Nise completa e informa que o tratamento rpecoce dura apenas 5 dias.


“São 5 dias de hidroxicloroquina, azitromicina e zinco, somente. Na fase inicial, nos primeiros sintomas do segundo ao quinto dia. E a ivermectina, tem sido utilizada também e eu tenho apreciado bastante os resultados, porque as pessoas ao terem receio da hidroxicloroquina tem também essa opção,” afirma a oncologista.


Fonte: RelevanteNews

 
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