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"LGBTQIAP+ não é sopa de letrinha": vídeo de Guarda Municipal viraliza


 


 

Nas redes sociais, o vídeo que repreende o preconceito e orienta como denunciar o crime foi recebido com risadas e admiração. A pasta também produziu vídeos contra racismo, assédio e abuso de álcool



A Guarda Municipal de Aracaju, capital de Sergipe, viralizou nas redes sociais após um vídeo da campanha de conscientização para o carnaval chamar a atenção dos foliões. No registro, agentes de segurança da Guarda tocam a marchinha criada por Chacrinha, Maria Sapatão, para conscientizar o público da cidade e visitantes sobre a importância de combater a LGBTFobia.


Enquanto quatro agentes tocam instrumentos de percussão e uma guitarra, uma guarda canta e dança o refrão da Marchinha. Em seguida, um policial chama a atenção para o respeito à diversidade e informa como fazer denúncias de discriminação durante o período da festa.


“LGBTQIAP+ não é sopa de letrinha, é diversidade, é amor. Desrespeitar é crime! Não esqueça, qualquer situação ligue 153. É a Guarda Municipal de Aracaju com você no Carnaval 2023”, orienta o agente. Assista:







Apesar de curto, no Instagram da corporação, o vídeo já reúne 16,6 mil visualizações e centenas de comentários. No Twitter, um morador da cidade republicou o vídeo na conta pessoal e viralizou: o registro foi visto mais de 125 mil vezes após ser publicado, às 8h desta quinta-feira (15/2).


Os usuários do site aprovaram a campanha. “Uma obra de arte”, diz um perfil. “Esse vídeo reduziu em 40% a homofobia no Brasil”, comentou outro. “Não é sopa de letrinha, o novo slogan da comunidade LGBTQIAP+”, brincou uma usuária. “O G do LGBT é de Guarda Municipal”, acrescentou outro. “A polícia que o brasileiro quer e precisa”, resumiu um perfil.


A pasta informou que a policial que canta a marcha, identificada apenas como Valéria, “é lésbica, mãe, filha e uma excelente profissional”. “É ela quem dá o recado a fim de combater toda e qualquer forma de preconceito”, diz a Guarda.


Além do combate à LGBTFobia, a pasta também produziu esquetes contra racismo, assédio, injúria racial e racismo. Todos eles utilizam marchinhas de carnaval para dar o recado de que não deve ser tolerado nenhum crime contra minorias.

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