ONG carioca leva energia solar a favelas da Zona Sul do Rio

Atualizado: Ago 3

Com atuação no Chapéu Mangueira e Morro da Babilônia, a Revolusolar implementa neste ano uma cooperativa que vai democratizar ainda mais o acesso ao serviço


Fundada em outubro de 2015 com o propósito de promover o desenvolvimento sustentável das favelas através da energia solar, a ONG Revolusolar, iniciativa que tem entre os idealizadores o economista carioca Eduardo Avila, de 24 anos, prepara-se para dar um importante passo em sua trajetória. A organização social, que já atua no Chapéu Mangueira e no Morro da Babilônia, na Zona Sul do Rio, implementar a primeira cooperativa de energia solar em uma favela brasileira.


Inédito por aqui, o projeto-piloto inspira-se em soluções estrangeiras congêneres para juntar famílias e comerciantes de comunidades de baixa renda a fim de dividir os custos de energia via painéis solares por meio de cooperativas em que aquilo que for economizado na conta convencional possa ser a contribuição mensal para a iniciativa. “Além de ser mais em conta, é uma solução que harmoniza muito com o senso de cooperação, de comunidade e autogestão e outras características que vigoram nas favelas cariocas”, conta Avila, formado pela UFRJ e diretor-executivo da Revolusolar, que, pela iniciativa, foi finalista da competição anual Global Innovation Lab for Climate Finance, responsável por selecionar instrumentos financeiros inovadores para impulsionar ações de ação e mitigação às mudanças climáticas.

 
Navegue pela web
logo real certo.png
  • Facebook - círculo cinza
  • Twitter - círculo cinza
  • YouTube - círculo cinza
  • Grey Instagram Ícone