Quem é Bárbara Labresa, a DJ que virou hit com ajuda de Neymar?

Bárbara Labres já era conhecida como a "DJ gata" do Central da Copa de 2018, mas voltou a

repercutir após o craque do PSG ouvir seu hit



Bárbara Labres, de 26 anos, não é uma desconhecida para os apreciadores de futebol. Em 2018, a DJ virou "musa" do Central da Copa e roubou a cena no programa apresentado por Tiago Leifert. Agora, ela retoma os holofotes por aquilo que se dedica a fazer: música. Graças à performática chegada de Neymar para o jogo do Paris-Saint Germain contra o Atalanta, quando ele ostentou um óculos juliet, seu característico moicano e desfilou ao som de Hoje é Rave, o hit disparou nas plataformas de streaming. No último domingo (23), com a expectativa da vitória do clube do craque sobre o Bayern de Munique, a música de Bárbara conquistou dois dos mais importantes rankings do Spotify: entrou para a lista das 50 mais tocadas do Brasil e alcançou a posição de número 17 entre as virais do país. 


Quem vê o sucesso da artista, não sabe das dificuldades que ela já enfrentou no início da carreira, quando deixou o Rio Grande do Sul rumo ao Rio de Janeiro. "Eu passei dois anos dormindo no chão, de favor na casa de pessoas. Eu comia uma vez por dia porque eu não tinha dinheiro. Eu vim para o Rio com uma mochila e R$ 800. A minha sorte é que meus pais nunca me incentivaram a desistir e com isso eu também acreditava mais em mim", relembra.


A modelo, cantora, DJ, jogadora de futebol nos tempos livres e quase educadora física conversou com o portal sobre o início da sua carreira, as dificuldades pessoais, a relação de amizade com o atacante do PSG, o suposto affair com Bianca Andrade (influencer e ex-BBB), a maneira como lida com comentários homofóbicos e com os haters na conversa abaixo.


Bárbara: Cara, foi muito louco. Acabou que a minha música criou um vínculo com o Neymar, com a Champions. Eu nunca pedi nada para ele. Ter sido espontâneo foi o mais incrível. 


Vocês têm uma relação muito próxima?

A gente já é amigo há uns cinco anos. Ele foi uma das primeiras pessoas que eu conheci quando eu cheguei ao Rio. Eu nunca pedi nada para ele. Por isso que a divulgação espontânea foi mais incrível. Quando ele está no Brasil, a gente joga junto direto, a gente está sempre se vendo. Teve um dia que eu joguei contra ele, eu perdi e ele me deu um peteleco na testa. Mas eu já sabia que ia perder. Valeu a pena pela diversão.


Como que você iniciou sua carreira de DJ? Era o que de fato você sonhava em fazer da vida?

Eu nunca me imaginei trabalhando com música. Meu sonho era ser jogadora de futebol, tanto que eu joguei bola dos 9 aos 19 anos. Nunca gostei de sair quando eu era adolescente, eu era mais caseira e só queria jogar futebol. Um dia eu fui em uma balada e ganhei um curso de DJ. Minha reação foi começar a rir. Eu nem ia no curso para jogar futebol. Mas o professor me ligou na última semana e eu fui para ver como era. Daí eu treinei sozinha no YouTube. Na formatura, toquei funk, falei no microfone e me senti realizada quando vi que eu mexia com a energia  das pessoas.

Foi amor à primeira vista. 


Então foi esse sorteio que mudou os rumos da sua vida profissional?

Também. Na época eu trabalhava em uma academia. Foi o que eu consegui mais perto do esporte. Eu fazia faculdade de educação física. Um dia, em uma aula, um professor me incentivou para ser artista. Disse que era o que eu deveria fazer. Era o empurrão que eu precisava.


Além desse curso inicial, como você aprimora seu trabalho?

Eu fiz vários cursos lá no sul, eu tinha vários amigos DJS e fui aprendendo com eles. No ano passado, fiz um curso de produção no Rio de Janeiro. Mas onde eu mais aprendi foi na prática, errando mesmo. 




 
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