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Vídeo polêmico do Felipe Neto: hipocrisia ou narrativa politicamente correta?



O Barão estava esfuziante semana passada. Não se conteve diante da propagada e tão difundida postagem do fenomenal e revelador youtuber Felipe Neto. Simples assim. Conhecido por ter um dos maiores canais brasileiros do You Tube, com quase 50 milhões de seguidores e mais de quatorze bilhões, (isso mesmo que você leu, mais de quatorze bilhões) de visualizações acumuladas, o cara descascou um discurso porreta em cima do cantor sertanejo Gustavo Lima, que tem sido o centro das fofocas envolvendo as polêmicas contratações de shows pelas prefeituras.



A narrativa de Neto repercutiu não só em seu canal mas em todas as redes sociais. Centenas de milhares de likes, curtidas, joinhas, mãozinhas acenando parabéns...o clima era de plena aceitação popular pelo tom crítico do famoso influencer. O Barão já estava pronto para também participar dessa farra democrática, até que, de repente... um balde de água fria acabou com toda aquela alegria esfuziante e calou o Barão. É que ele foi – digamos assim, compartilhar o tal vídeo com o seu “diretor para assuntos alheios”, que por motivos de segurança pública é melhor nem dizer o nome dele aqui, e sabe o que o consultado disse para ele após ver toda aquela narrativa aparentemente politicamente correta? “Esse cara não passa de mais um hipócrita. Duvido que se ele fosse contratado antes dessas polêmicas por alguma prefeitura, se ele iria perguntar quanto ela gastou em saúde!” E ainda concluiu com um palavrão muito usado em coro pelas torcidas de futebol quando o juiz faz uma m. O Barão perdeu a pose. Brochou. Fechou a porta do quarto e se jogou na cama em prantos ao concluir que chegara atrasado na festa das redes sociais. Que pena!



Na opinião do milionário youtuber, não é ético fazer um show cobrando um milhão de reais a uma prefeitura de cidade do interior que sequer possui infraestrutura para realizar saneamento básico ou investir em educação e saúde. Tudo estava no ponto para uma coluna cheia de confetes e serpentinas num carnaval fora de época, não fosse a brochada na declaração do “diretor para assuntos alheios”.

Por isso é que é bom as vezes a gente ficar de boca fechada. Alegria de pobre dura pouco.