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“Tio Sam, vem arrumar o Brasil”: a curiosa ideia de terceirizar a própria soberania
Sei que este é um assunto que provavelmente não vai agradar a pessoas muito presas a ideologias. Mas é preciso separar as coisas: política não pode ser tratada como torcida de futebol. Em disputas esportivas, alguém perde e alguém ganha — e no domingo seguinte começa tudo de novo. Já em assuntos de governo e soberania nacional, quando as coisas dão errado, as consequências atingem todos os lados , independentemente de quem estava “torcendo” por qual time político. De tempos e
9 de mar.


Entre diplomas e ilusões: por que parte da elite instruída insiste em defender governos acusados de corrupção e populismo
Existe uma crença comum de que educação formal elevada seria um antídoto contra escolhas políticas questionáveis. A lógica parece simples: quanto maior o grau de instrução, maior seria a capacidade de análise crítica. No entanto, a realidade política contemporânea mostra algo bem diferente. Em diversos países — inclusive no Brasil — setores altamente escolarizados seguem apoiando governos acusados por críticos de corrupção, populismo e gestão econômica temerária. A pergunta q
7 de mar.


A República dos Intocáveis: quando o Supremo vira poder absoluto
Existe um momento em que uma democracia deixa de ser apenas um sistema político e passa a ser um teste de sanidade coletiva. O Brasil parece estar atravessando exatamente esse momento. O país assiste, quase anestesiado, a um cenário em que ministros da mais alta Corte da República aparecem em conversas de investigados, em mesas de eventos patrocinados por grandes interesses financeiros e em narrativas que misturam poder econômico, política e Justiça. No centro da tempestade e
6 de mar.


Calamidade pública × responsabilidade política: um divórcio conveniente
Quando um governo decreta calamidade pública, espera-se liderança, ação imediata e transparência. O que frequentemente se vê, porém, é a transferência de culpa. E, nesse roteiro, prefeitos e governadores raramente assumem o papel principal — embora quase sempre estejam no centro das decisões que levaram ao desastre. Chove demais? “Evento atípico.”Faz calor demais? “Fenômeno imprevisível.”Encosta desliza? “Força da natureza.”Sistema colapsa? “Demanda acima da média.” Mas a nat
27 de fev.
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