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Brasil: polaridade cresce mas economia vai bem; e no mundo: perdas, crise e conflitos


E agora, mundão? Quantas incertezas hein? Rainha morta, nova primeira ministra britânica assumindo em meio a conflitos internacionais que não se limitam tão somente a guerra entre Ucrânia e Rússia; Enquanto isso no Brasil cada vez mais polarizado ante uma eleição que promete pegar fogo, a economia parece estar se alinhando, tudo isso acontecendo nesse segundo semestre de 2022, um ano que, além da morte da Rainha Elizabeth também nos fez perder aqui dentro de casa celebridades como Jô Soares e tantos outros que partiram sem deixar rastros.


Só uma coisa vem dando um alívio momentâneo em todos os brasileiros, principalmente naqueles que são proprietários de veículos à gasolina: a drástica redução do preço desse combustível. Realmente, ninguém contava que uma guinada governamental pudesse desonerar o bolso dos contribuintes a ponto do valor do litro da gasolina, que beirava os R$ 10 reais pudesse cair para algo em torno de R$ 5. Essa ninguém esperava.



Mas em termos de economia, e não querendo aqui defender ou atacar o governo brasileiro, o fato é que chegamos até a uma deflação nesses últimos meses, situação bem atípica, comparada a outros países, como é o caso da Europa aonde o todo poderoso Reino Unido, passa por um de seus piores momentos, em termos inflacionários e embalado pelo aumento de 400 por cento do preço do gás. E olha que não estamos nem de perto do inverno, quando está sendo esperada uma crise energética nos países da União Europeia, alinhados com os Estados Unidos.


Mas voltando ao cenário verde e amarelo, pena que esses movimentos de controle dos preços dos combustíveis não tenham chegado às prateleiras dos supermercados. As donas de casa ainda não sentiram a queda nos preços dos alimentos e principalmente nos derivados de leite. Na verdade, talvez esse seja ainda um entrave ao fraco desempenho do candidato Jair Bolsonaro, segundo as pesquisas eleitorais, consideradas tão suspeitas pelos correligionários do mito.



Estamos atravessando um momento muito delicado, não só no Brasil como em todo o mundo. Mas em terras de Cabral muita água ainda vai rolar até o fim do ano. Vamos ver o que vai acontecer após as eleições. Já na Europa existe um oceano de incertezas com a crise energética que se avizinha com a chegada do inverno e a falta de gás, truncada pela Rússia. Só mesmo Deus na causa, como dizem os religiosos.